Quem é você a internet?




Semana passada postei no meu canal um pequeno desabafo sobre como a minha cabeça anda funcionando nesses últimos tempo.
Depois de um ano de pandemia ficou mais do que explícito para mim que o meu trabalho, por mais que na sua raiz não tivesse esse objetivo, se tornou algo relevante demais no que diz respeito levar informação.
Preciso dizer que diante da marca de 500 mil mortos no Brasil, a sensação que eu tenho é de impotência e medo. 
São meses sentindo medo pelos meus, por vocês e pela minha vida.
E por isso tenho usado meu instagram para tentar explicar um pouco do que tem acontecido na CPI da pandemia. Eu, como educadora que ainda sou, acredito muito no poder da informação e do conhecimento.
 Diante disso, nos últimos meses tenho me sentido esgotada para pensar em outras coisas, para produzir outras coisas, por mais que falar sobre beleza seja a minha paixão, nós chegamos em um momento que é importante que todos nós que temos o mínimo de alcance nas redes sociais usemos nossos espaços para levar um pouco de informação e esclarecimento.
Acredito que essa também seja uma função social importante e que pode nos valorizar ainda mais enquanto pessoas.
Não acho que ninguém deva ser obrigada a nada, isso é um fato, mas estamos no limite, e qualquer força para transformar o que estamos vivendo é importante e relevante.
Precisamos enaltecer as vacinas, precisamos desmentir essa realidade que o presidente Bolsonaro acredita, nós estamos vivendo um apocalipse, um genocídio, e não é coerente que a gente ignore ou aja como se não estivesse morrendo mais de mil pessoas por dia.
Não podemos mais ter medo de falar sobre política na internet, a política permeia nossa vida, e cada vez que a gente se isenta a gente dá voz aos imbecis.
E não podemos mais permitir que a maldade ganhe em cima de inocentes.





Amanda

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